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sexta-feira, 14 de junho de 2019

IMPERATRIZ – De 200 para 600 milhões, isso é o comparativo de gastos de 2017 e 2018 é MILHÕES!!!. - enquanto isso cadê a saúde, educação, dignidades para o imperatrizense.

 

O que a população procura entender, como é que da “noite pro dia” de um ano para o outro a prefeitura triplica seus gastos com prestadores de serviços, o que justifica tais gastos? A cidade triplicou? A população triplicou? Pois, entende-se que é um gasto exorbitante no tocante ao comparativo dos últimos anos. Mas, observando o relatório abaixo, percebe-se a grande disparidade dos gastos públicos do ano de 2017 para o ano de 2018.

 

Tendo em vista, que valores citados abaixo, não são empenhos e sim gastos liquidados e pagos, no qual foram pagos e prestado conta.

 

Os valores pagos ( GASTOS )  no ano de 2017, equivale ao montante de R$ 201.020.187,83 milhões, e no ano de 2018 os gastos ( PAGOS)  triplicaram, no qual cita o montante R$ 606.980.113,10 valores esses que de fato traz um choque para a sociedade. Ao comparar os contratos licitatórios e até mesmo, pagamentos para fornecedores, existem uma disparidade de um ano para o outro. Pela lógica, teria que ter uma diferença não tão gritante quanto a que cita acima, mas a que acompanha-se a taxa de inflação de um ano para o outro.

 

Será que colocarão a culpa no Gás, no qual aumentou muito nesses dois anos?…”

 

A Gestão do Ex-prefeito Sebastião Madeira, houve processos licitatórios condizentes com a realidade do mercado, mas, até então a atual gestão realiza contratos milionários, onde antes o mesmo objeto tinha era contratado por um valor bem a baixo do que estão licitando.

 

O que explica o rompimento dos contratos com os fornecedores da gestão do ex- prefeito Sebastião madeira? Tendo em vista que antes havia uma economia relacionada aos processos licitatórios e atendiam a demanda de forma plausível e hábil.

 

Utiliza-se o exemplo da mola propulsora que culminou na CPI, na gestão madeira um determinado fornecedor, custava para o município aproximadamente R$ 45.000 e atualmente a empresa objeto da CPI, custa para o município o triplo do que a anterior custava, fica o questionamento o que houve? Mão de obra ficou mais caro? Afinal, estamos em uma recessão e prestação de serviço está mais barato, pelo fato da crise econômica.

 

 

Os dados abaixo, discorre o desequilíbrio administrativo que a atual gestão Municipal tem causado.

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