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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Vereador Ditola diz que prefeitura contratou uma coisa e vai pagar outra pelo carnaval


 Ditola questionou na Tribuna dados apresentados de mortalidade no HMI e os contratos de equipamentos utilizados durante o carnaval de Imperatriz
Na sessão desta quinta, 27, o vereador Ditola (Patriota) foi até a Tribuna Freitas Filho e falou sobre dois assuntos: O que ele considera como mentiras exibidas na mídia sobre o menor índice de mortalidade do Brasil no Socorrão e da diferença do que foi contratado, para o que foi entregue, durante as festividades de carnaval na Beira Rio
De acordo com o vereador, pegaram dados da segunda metade de janeiro até o fim de fevereiro, quando quase não houveram óbitos, e que as comparações devem ser de mês a mês do ano anterior, ou ano a ano. “Mídia cara, que gasta o dinheiro público para propagar mentiras. Iremos confrontar os números apresentados com os dados oficiais. Mostraremos a verdade, que é um índice de mortalidade altíssimo. Funerárias brigando na porta do Socorrão para fazer velórios. Os dados do IML (Instituto Médico Legal) são outros.
Ditola falou também sobre o carnaval, onde foram quase R$ 2 milhões de investimento e muita controvérsia. Faltaram banheiros simples e para portadores de necessidades especiais, bares estavam cobrando R$ 2 reais para utilizar seus banheiros tanto na praça da Cultura como na Beira Rio. De acordo com ele empresas que não tem estrutura alguma, e nem equipamentos foram ganhadoras dos contratos e que se a prefeitura pagar a Câmara abrirá um processo de improbidade, pois a licitação dizia uma coisa e foi entregue outra.
“Bandas nacionais receberam dinheiro antecipado, valores absurdos enquanto as bandas locais passam 4, 5 meses para receber. E graças à péssima estrutura ainda vão sair falando mal do município. Os valores pagos e os equipamentos contratados são bem diferentes do que vai para os eventos. A licitação é de um preço e o produto é muito inferior, o propósito é esse, onde se contrata um produto e se recebe outro, os cofres públicos não aguentam mais essa gestão. Presidente da fundação Cultural, controlador, prefeito, todos sabem do que está acontecendo, são cientes”, disse.
O parlamentar apresentou fotos no telão onde os banheiros colocados depois da denúncia, já no meio do carnaval, são de amianto, caixas diferentes do que deveria ser utilizado tanto na concha como no palco principal, os músicos locais com quase nada de luz, e afirmou que os vencedores da licitação são amigos de bar que ganham sem as documentações necessárias.
“Estamos fiscalizando e se for pago, vai gerar improbidade tanto do presidente da Fundação Cultural, como do prefeito. Este ano foi feito o básico, o palco da praça da cultura foi patrocinado pelo deputado Rildo Amaral (Solidariedade). A única coisa boa de verdade foi o trabalho da polícia militar que revistava todos que desciam para a Beira Rio, inclusive barrando cervejas em garrafa. As bandas fizeram seu trabalho, mas a prefeitura deixou muito a desejar colocando amadores para atender um evento tão grande como é o carnaval. As mentiras da mídia, paga pela prefeitura, são gritantes. Iremos desmascarar tudo isso”, finalizou.
 
Sidney Rodrigues – ASSIMP
Foto – Fábio Barbosa

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