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sexta-feira, 17 de abril de 2020

Mandetta gastou R$ 25 milhões em gel lubrificante



O Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta gastou R$ 25 milhões em gel lubrificante em um programa de prevenção ao HIV em 2019. O documento público do Ministério da Saúde mostra os estados beneficiados com o programa com o objetivo de evitar lesões anais, que funcionam como porta de entrada da Aids. A informação foi revelada pelo jornalista Allan dos Santos, do Portal Terça Livre na noite desta quarta-feira (16).
Veja a distribuição do dinheiro por estado clicando aqui.



O gel lubrificante, que deve ser sempre à base de água para não danificar o preservativo, tem papel na prevenção da transmissão sexual do HIV, dado que sua presença nas relações sexuais diminui o atrito e a possibilidade de provocar microlesões das mucosas genitais e anais, lesões estas, que funcionam como porta de entrada para o HIV e outros microorganismos. Recomenda-se seu uso associado ao preservativo, potencializando a prevenção, ou uso isolado, na lógica da redução de risco.

Ações de combates ao HIV foram prioridades e uma das primeiras ações de Mandetta como Ministro da Saúde. Já em fevereiro de 2019, o ministro cuidou pessoalmente desta campanha.

“Pare, pense e use camisinha”. Esse é o slogan da Campanha de Carnaval lançada nessa sextafeira (22) pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em Salvador (BA). A ação visa conscientizar os foliões que irão pular Carnaval por todo país.

Já em 2020 foram distribuídas apenas no carnaval pela equipe de Mandetta 8,9 milhões de unidades de gel lubrificante.“Precisamos cada vez mais estimular o uso do preservativo durante o Carnaval para prevenir a transmissão das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) e do HIV, uma vez que muitas dessas infecções possuem fase assintomática e a pessoa nem sabe que tem e, quando apresenta sintomas, como lesões na região genital, elas podem facilitar a infecção pelo HIV”, aponta o diretor do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, Gerson Pereira. Apenas em 2020, como prevenção da Aids, Mandetta mandou distribuir 128 milhões de camisinhas, números que correspondem a mais da metade da população brasileira.

A ideia é estimular o uso do preservativo, principalmente entre os homens na faixa etária de 15 a 39 anos. Entre as novidades para esse ano, está a apresentação da nova embalagem da camisinha distribuída no Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde irá distribuir 12 milhões de camisinhas com a nova identidade visual durante os dias de Carnaval. 

O novo conceito é mais moderno e dialoga diretamente com o público jovem, que é o mais atingido por novas infecções nos últimos anos. A escolha do design foi feita a partir de concurso cultural entre 210 estudantes universitários, em 2017, em parceria com a Unesco Brasil.


Carnaval 2020: 128 milhões de camisinhas distribuídas


Ministério da Saúde já começou o envio de preservativos aos estados, que estarão abastecidos até o Carnaval para garantir proteção aos foliões
Os foliões que se preparam para pular o Carnaval deste ano já podem ir até a unidade de saúde mais próxima de casa para buscar, gratuitamente, camisinhas masculinas e femininas. O Ministério da Saúde já começou a distribuir os 128,6 milhões de preservativos adquiridos para garantir a proteção de quem participa da festa. Até o início do período de Carnaval todos os estados do país estarão abastecidos. São 125,1 milhões de camisinhas masculinas e 3,4 milhões femininas, além de 8,9 milhões de unidades de gel lubrificante.
“Precisamos cada vez mais estimular o uso do preservativo durante o Carnaval para prevenir a transmissão das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) e do HIV, uma vez que muitas dessas infecções possuem fase assintomática e a pessoa nem sabe que tem e, quando apresenta sintomas, como lesões na região genital, elas podem facilitar a infecção pelo HIV”, aponta o diretor do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, Gerson Pereira.
Durante o ano de 2020, o Ministério da Saúde vai distribuir, ao todo, 570 milhões de preservativos para todo o país. A quantidade representa um aumento de 12% em relação ao número de camisinhas distribuídas no passado, quando foram enviadas 509,9 milhões de preservativos aos estados.
Quando se trata de saúde pública, o preservativo é o meio de prevenção mais eficaz no controle de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) entre a população sexualmente ativa, como o HIV – que não tem cura –, sífilis, gonorreia e clamídia, por exemplo. Dados do último boletim epidemiológico do HIV/Aids mostram que o HIV cresce mais entre os jovens brasileiros. A maioria dos casos de infecção pelo HIV no país é registrada na faixa de 20 a 34 anos (52,7%).
As infecções transmitidas por relação sexual são causadas por mais de 30 vírus e bactérias através do contato, sem o uso de camisinha, com uma pessoa que esteja infectada. Desta forma, abrir mão do uso do preservativo nas relações expõe a pessoa e os parceiros com as quais ela se relaciona. Por isso, o Ministério da Saúde reforça constantemente a necessidade de proteção, incentivando o uso de camisinha, principalmente durante o Carnaval.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os dias ocorrem 1 milhão de novas infecções. Doenças antigas, que remontam à Idade Média, como a sífilis, por exemplo, ainda hoje podem ser consideradas uma epidemia pela falta de proteção adequada.

NA DÚVIDA, FAÇA O TESTE!

Homens e mulheres apresentam sinas e sintomas distintos para as diferentes ISTs, como é o caso do HPV e da gonorreia. É sempre importante lembrar também que uma pessoa pode estar infectada por mais de uma Infeção Sexualmente Transmissível ao mesmo tempo ou contrair várias ao longo da vida.
Somente o diagnóstico pode assegurar se a pessoa tem uma IST; somente o tratamento pode levar à cura; e somente a prevenção pode evitar que haja transmissão ou reinfecção. Estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) testes para identificar a presença de infeções sexualmente transmissíveis. A maioria deles, inclusive, são testes rápidos, com resultados em menos de 30 minutos. Por isso, na dúvida, procure a unidade de saúde mais próxima de casa e faça o teste. Atualmente, existem testes rápidos para HIV/Aids; sífilis e hepatites virais.
Apenas em 2019, o Ministério da Saúde distribuiu cerca de 12 milhões de testes rápidos para HIV, 12 milhões para sífilis, 9,4 milhões para Hepatite B e 10 milhões para hepatite C. As pessoas infectadas por essas doenças têm direito à tratamento gratuito pelo SUS, com uso dos medicamentos mais modernos existentes no mundo, o que melhora a qualidade de vida e interrompe a cadeia de transmissão.

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

As ISTs geralmente causam lesões nos órgãos genitais, o que aumenta a vulnerabilidade para a pessoa adquirir o HIV. Sem contar que as IST, como sífilis, gonorreia e clamídia, por exemplo, podem causar morte, malformações de feto, aborto, dentre outras complicações. As infeções sexualmente transmissíveis também têm impacto direto na saúde reprodutiva e infantil, pois podem provocar infertilidade e complicações na gravidez e parto, além de causar morte fetal e agravos à saúde da criança.

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