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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Sócia de Weverton e Erlânio em rede de postos fiscalizou R$ 8,7 milhões de recursos federais em Igarapé Grande



O prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier (PDT), mantém sua sócia, Cyntia Vanessa de Sousa Muniz, controlando e fiscalizando recursos da prefeitura que gerencia. A assessora contábil da prefeitura, Cyntia Muniz, também é sócia do senador Weverton Rocha (PDT). O trio controla uma rede de postos depois de fechar negócio com o empresário Josival Cavalcante da Silva, o agiota Pacovan, conforme noticiado com exclusividade pelo blog do Werberth Saraiva.

Em Igarapé Grande, além de atuar como assessora contábil, Cyntia Muniz foi nomeada por Erlânio para, entre outras coisas, fiscalizar os recursos da merenda escolar daquele município no período de 2018/2026. Ela representa o executivo no Conselho de Alimentação Escolar (CAE) e pelo crivo da sócia de Weverton e Erlânio já passaram R$ 8,7 milhões, de 2018 a novembro de 2020, só na rubrica de alimentação escolar.

Com o salário de pouco mais de R$ 2 mil na Prefeitura, Cyntia Muniz tornou-se mulher de confiança de Erlânio e Weverton, passando a cuidar e integrar os negócios particulares da cúpula do PDT do Maranhão.

O desafio da contadora Cyntia agora é duplo. Vigiar o dinheiro da prefeitura, a exemplo da merenda escolar, e fazer os postos que eram de Pacovan dar lucro de verdade. Como foi dito em matérias anteriores, Pacovan usou os postos para falsear lucros e lavar dinheiro.

Denúncia e condenação ao antigo dono dos postos

Segundo o Ministério Público, os grupos empresariais “Gasóleos Santa Teresinha” e “Comércio de Derivados de Petróleo Joyce”, registrou entre maio e dezembro de 2014, o faturamento de R$ 3.672.585,18 e R$ 19.880.208,00, demonstrando inconsistência entre o fluxo regular de valores da referida atividade comercial – venda de combustível e derivados, com distorções de valores transitados e registrados nas contas bancárias da empresa.

Em dezembro do ano passado, por decisão do juiz Ronaldo Maciel, da 1ª Vara Criminal de São Luís, de mais de 500 páginas, os envolvidos foram condenados em primeira instância, por crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.


FONTE: VEJA A MATÉRIA




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